Toffoli insinua que manifestação de 15 de março é “contra a democracia”

 

A opinião de quem não deveria dá-la…

E eis que Toffoli sai à imprensa para expressar seu apoioa à “democracia unilateral da conveniência”, ao dizer:

“Sociedades livres e desenvolvidas nunca prescindiram de instituições sólidas para manter a sua integridade. Não existe democracia sem um Parlamento atuante, um Judiciário independente e um Executivo já legitimado pelo voto. O Brasil não pode conviver com um clima de disputa permanente. É preciso paz para construir o futuro. A convivência harmônica entre todos é o que constrói uma grande nação”

 

Se até quem não deveria, opina… Por qual razão os eleitores não podem?

Certo… E há parlamento sem democracia?

E pode se falar em democracia sem opinião livre e manifestações? Pressionar e exigir daqueles que elegemos não faz parte da democracia?

Então observem que interessante. Para a esquerda e os “deuses do olimpo” (STF, Congresso), após eles tomarem o poder devemos abaixar a cabeça e dizer “sim senhor”. Não podemos dar nossas opiniões, não podemos questionar, não podemos nos manifestar…

Ahhh… Essa “democracia da conveniência” dos ditadores. Desculpem-nos senhores, mas essa era acabou.

Portanto, segurem a pressão amigos, pois vai ter 15 DE MARÇO SIM !

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central. Junto à OAB/SP foi: a) membro do Tribunal de Ética (acusação); b) membro do Comissão de Defesa do Consumidor; c) membro da comissão de Direito Imobiliário; d) coordenador na Comissão de Relações com a Câmara Municipal de São Paulo. É sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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