Patrão é esfaqueado e morto por apoiar Trump

MAIS UMA TRAGÉDIA MOTIVADA POR ÓDIO ESQUERDISTA

ORLANDO, Flórida – Um trabalhador com visões antigovernamentais esfaqueou fatalmente seu chefe que apoiava Trump em um canteiro de obras de uma rodovia  depois que entraram em uma discussão política, disseram policiais da Flórida na terça-feira.

Mason Toney, 28, foi acusado de assassinato em primeiro grau pelo assassinato de William Knight na segunda-feira, de acordo com uma declaração de prisão do Gabinete do Xerife do Condado de Orange.

O assassino esquerdista, ao ser preso
O assassino esquerdista, ao ser preso

COMO OCORREU

Os colegas de trabalho disseram aos investigadores que Toney e Knight trabalhavam normalmente, apesar de suas diferenças políticas. Knight era um “americano franco” que era “pró-Donald Trump”, enquanto os colegas descreveram Toney como “anti-governo e muito radical em suas crenças, de acordo com a declaração de prisão. .

Trabalhadores do canteiro de obras da Florida Turnpike, no metrô de Orlando, disseram aos detetives que Knight havia contratado Toney para trabalhar e que estavam dirigindo para diferentes locais de trabalho quando começaram a discutir. Depois de chegar ao local da Turnpike, os trabalhadores ouviram Knight gritando por ajuda perto de uma escavadeira. Eles correram e viram Toney em cima de Knight, esfaqueando-o com uma espátula, de acordo com a declaração de prisão.

 

UMA REFLEXÃO SOBRE A INTOLERÂNCIA ESQUERDISTA

A pergunta que fica é por qual motivo aqueles que pregam discurso de ódio não são presos? Temos assistido um aumento significativo de esquerdistas pregando a morte, perseguição e a violência, de modo aberto, e, COVARDEMENTE, nenhuma AUTORIDADE  tem se pronunciado. Os resultados estão aparecendo.

Essa “novela” é uma reedição. Vimos isso em diversas outras ocasiões históricas. E justamente a falta de pulso das autoridades levou ao surgimento de situações em que não era mais possível o retorno, dada a escalada da violência. Democracia pressupõe aceitar a troca de poder.

A imposição da opinião pela força nos levará para um inferno, e essa é a vontade da esquerda. Mas pode ser um inferno para eles mesmos, pois há um ditado conhecido que diz, “todos sabem como uma guerra começa, mas ninguém sabe prever como ela terminará”.

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central. Junto à OAB/SP foi: a) membro do Tribunal de Ética (acusação); b) membro do Comissão de Defesa do Consumidor; c) membro da comissão de Direito Imobiliário; d) coordenador na Comissão de Relações com a Câmara Municipal de São Paulo. É sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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