Filme “Coringa” prega “Morte aos Ricos”, glorifica o crime e a revolução.

 

O filme “Coringa”, amplamente apoiado e elogiado pela “crítica especializada”, prega “Morte aos Ricos”, glorifica o crime e a “revolução”.

 

E sim, eu fui assistir. Haviam várias críticas positivas e, afinal, porque não assistir a um bom filme de ação?

O enredo básico justifica o crime, ataca o capitalismo e a meritocracia, incita o ódio entre classes. Ponto.

O “Coringa” do filme é um coitadinho problemático, filho de uma alienada mental, sendo que ele a mata no final. 

Logo de cara, 3 investidores de Wall Street dão o azar de cruzar com ele no metrô, e são mortos. E a imprensa, nos jornais do dia seguinte, do nada, tem a manchete: “Matem os Ricos”.

O ápice do filme ocorre quando ele mata um apresentador de televisão, e as pessoas vão apoia-lo nas ruas em um tipo de “revolução”.

 

Representação e realismo dignos de um Framboesa de Ouro

O filme todo é trash, especialmente em termos de “verdade”. É tudo tão forçado para justificar o crime e atacar o capitalismo que a história se perde.

Basta citar a cena em que o “Coringa” confessa em cadeia nacional seus crimes e o apresentador nem pisca um olho, continuando a entrevista e é morto. Que diabos de representação é essa? Certo. Alguém confessa em sua frente que é um Serial Killer, e você sequer levanta uma sobrancelha? 

Então, para quem é comuna e quer assistir um filme-propaganda que defende os Black Blocks (no filme, os “revolucionários” usam máscaras de palhaço), é um prato cheio.

Para quem achava que se daria com arte. Esqueça. Vários saíram no meio do filme.

 

Pura propaganda ideológica

Quero dizer que adoro filmes de ação. E não há como existir o “mocinho” sem o “bandido”. Porém, qual é o ponto fulcral deste filme? O COITADISMO. O Filme se esforça em beatificar o vilão, humanizá-lo. A morte de inocentes (entre eles a própria mãe) é invertida, pois são retratados como “merecedores”, ou os “verdadeiros vilões”.

É a velha desculpa do “vítima da sociedade”, só que agora tornada arte. É um “Coringa Politicamente Correto”, justificado. 

Talvez existam pessoas totalmente desconectadas, capazes de enxergar isso como mero entretenimento, sem fins políticos. Mas para quem vem acompanhando a “lacração” da Marvel/DC nos últimos tempos, com direito a beijo gay em revistas para crianças ou o feminismo declarado da “Capitã Marvel”, infelizmente, a constatação é de mais um panfleto de propaganda ideológica.

 

História do Batman? Ah, quem liga pra isso…

E não para por aí. Mudaram tudo ! Fizeram do Pai de Batman um escroto maluco que chama seus eleitores de “palhaços” para justificar seu assassinato? Além de ser um PECADO em relação à toda história original, onde ficava claro quem era vilão e quem era bandido, agora se tem a relativização da moral.

Desculpem, quero um Universo Batman com tiro, porrada e bomba. Raiz. Não essa porcaria mimizenta. “Aihnn…. mimimi… Vamos compreenderrrrr o lado social do Coringammmm”. 

Querem ação? Assistam Rambo. Deixem esse lixo para quem compra propaganda ideológica como arte.

 

Por fim, deixo um estudo interessante, sobre todas as versões do Coringa já realizadas (em inglês) e comparem. E, me desculpem, depois do Coringa de Heath Ledger, assistir a um Coringa mimizento (não é culpa do ator), é de revoltar o estômago:

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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