Ex-coronel, Governador do PSL ataca Bolsonaro. Ser militar NÃO significa ser direita.

 

  • Ser militar é ser direita? Hugo Chaves também era…

O ex-coronel, hoje governador de SC ataca Bolsonaro. Ser militar não significa ser direita. Em entrevista veiculada hoje na “Foia de São Paulo”, o governador Carlos Moisés da Silva se mostra mais um “traíra” dos conservadores que o elegeram.

Em suas declarações, o governador que venceu com 71% dos votos válidos de seu estado, GRAÇAS À ONDA CONSERVADORA QUE ELEGEU BOLSONARO, se mostra um ESQUERDISTA, recebendo o MST, defendendo pautas LGBT e indígenas. E ainda se refere aos eleitores de Bolsonaro como “pessoal da arminha”…

Para piorar, quando perguntado se seria um “centro-direita” (ao invés de Direita), sequer isso assumiu. Se colocando como MAIS UM “ISENTÃO” ao velho e conhecidíssimo estilo do PSDB.

Mas o “isentão” vai além das palavras. Está taxando os agrotóxicos em seu estado, na contramão da determinação federal. Na prática, isso apenas irá beneficiar o MST (que prioriza essas práticas) e prejudicar os demais  produtores de seu estado, que perderão competitividade, não apenas dentro de seu estado (frente ao MST), quanto em relação a outros estados ou ainda em relação aos exportadores.

 

  • Não se pode generalizar 

Observo uma tendência grande dos eleitores conservadores de “idealizar” militares. Como se ser militar significasse ser direita. E nem sempre é assim, basta ver Mariguella, Hugo Chavez, Adolf Hitler e outros.

É preciso tomar MUITO CUIDADO com a generalização, pois essa “preferência” dos conservadores por militares pode ser usada para inserir “infiltrados” no poder. Já basta o exemplo que tivemos recentemente com certos “generais sindicalistas”.

Felizmente, no caso de tais generais, bastou colocá-los para fora. Mas, no caso de um Governador do PSL-SC que ataca Bolsonaro, não há muito que se possa fazer. Teremos de aturá-lo até as próximas eleições.

“Ora, mas ele não atacou ‘diretamente’ Bolsonaro”… Pintar o presidente como um radical que não sabe se comunicar é o que? Ajudar os inimigos do Presidente (MST) é o que? Determinar medidas que são exatamente o contrário daquilo defendido pelo Presidente é o que? Acordem.

 

  • “Isentões” = inimigos

No alto de 2019, com a revelação do foro de São Paulo, do gramcismo, e após anos de aparelhamento esquerdista, qualquer um que banque o “isentão à la PSDB”, sem combater a esquerda, nada mais é que um inimigo interno. 

Na grande guerra ideológica contra o esquerdismo, eles infiltraram os seus em todo poder do Estado, na cultura, na mídia. Basta ver que o Governador do PSL-SC, que ataca Bolsonaro, assim o faz numa pose de “neutralidade equilibrada”.

Por isso, de todos os agentes esquerdistas, os piores são aqueles que se apresentam como “isentões” (nem esquerda, nem direita), pois atacam, fazem todo o trabalho da esquerda, mas sem assumir seu ‘rabo vermelho’. 

E um “aliado” que ajuda inimigos, inimigo é. 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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