China manipula sua moeda artificialmente e bolsa de valores americana implode.

Indice da bolsa americana caiu barbaramente
Indice da bolsa americana caiu barbaramente

 

A guerra comercial entre China e EUA está entrando em uma nova rodada. Após o governo de direita conservadora de Trump manter a promessa de aumentar as tarifas para produtos chineses, a China manipula seu mercado e desvaloriza a moeda chinesa.

Pequim respondeu à ameaça do presidente Trump, deixando sua moeda, o yuan chinês, cair para o nível mais fraco em mais de uma década e ordenar que empresas estatais suspendessem suas compras de produtos agrícolas norte-americanos.

Ações dos EUA  continuaram seu declínio na segunda-feira, com o Dow Jones mergulhando 800 pontos, enquanto Trump critica a China por “manipulação cambial” após o enfraquecimento do yuan. 

Na semana passada, a China ameaçou retaliar se os planos de aumento de tarifas planejados pelo presidente Trump fossem adiante.

A China permitiu que seu iuan se reduzisse a uma baixa de 11 anos, alimentando a preocupação de que Pequim possa usar sua moeda como arma na guerra tarifária.

Em Londres, o FTSE fechou em queda de 2,5 por cento, o DAX da Alemanha encerrou o dia em queda de 1,8 por cento e o CAC da França caiu 2 por cento.

Na Ásia, Tóquio fechou em queda de 1,6 por cento. Hong Kong caiu 2,9% e Xangai caiu 1,6%.

O presidente alertou que poderia “sempre fazer muito mais” com relação às tarifas, acrescentando que o imposto de 10% poderia ir “muito além dos 25%”, se necessário. No início deste ano, o governo colocou uma tarifa de 25% sobre o valor de US $ 250 bilhões em produtos chineses.

Os reflexos para o Brasil, também governado por um presidente de direita conservadora, também serão negativos, pois produtos chineses ficarão artificialmente mais baratos, aumentando o problema da competição predatória chinesa frente aos similares nacionais.

Após o recente acordo comercial entre Mercosul e Europa, a estratégia de expansão das exportações Brasileiras precisa ser repensada frente à concorrência desleal chinesa.

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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