Atores gays são presos em teatro por representar policiais na Venezuela.

 

  • Atores gays são presos em teatro por representar policiais na Venezuela.

Você é gay e socialista ao mesmo tempo? Parabéns pela imbecilidade. Países socialistas são conhecidos por perseguir, prender e matar gays, desde o início do socialismo. E isto está relacionado com a própria raiz da ideia de socialismo, onde se tem a centralização do poder no Estado, que dita não apenas a economia, mas como deve agir e se portar cada cidadão. 

A prova mais recente disso está na prisão de atores venezuelanos, Pedro Wise e Isaías Ovalle, que interpretavam dois policiais gays (“Dois Policiais em Apuros” era o nome da peça).

Foram presos pela Polícia Nacional Bolivariana (PNB) por “ridicularizar as verdadeiras funções policiais”, pois estariam utilizando roupas da PNB.

Veja o tweet da própria polícia venezuelana:

 

Usaram a desculpa esfarrapada de “usurpação de função pública” como crime. “Tá sertu”! Num teatro? Então se um ator representar qualquer pessoa do estado, um policial, um médico, estará usurpando função pública? Então não se pode mais representar? ISSO SIM É FASCISMO, “queridinhx”…

 

  • Mas socialismo não é liberdade?

Em outras palavras, para a Venezuela socialista, “ser gay é ser ridículo”, por isso não querem ver gays com roupas da polícia, mesmo que em um teatro, no âmbito de uma simples comédia. 

A polícia do ditador Nicolás Maduro confiscou os uniformes e prendeu o diretor e a roteirista da peça teatral. 

Enquanto isso, nas terras capitalistas opressoras da direita conservadora, todos tem o direito de se manifestar livremente, mesmo das maneiras mais boçais e agressivas.

O que é engraçado é ver um monte de babacas fazendo protestos em frente às Igrejas, por serem supostamente”opressoras”, quando ninguém é obrigado a frequentar uma.

Já no socialismo, há a “religião do Estado”, que comando tudo. E, nessa religião, “amiguinx”, você não tem opção de “não seguir”, ela é imposta à força. Acorde.

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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