A honestidade de um governo. E o julgamento final.

 

Como as coisas mudam

Entre tantas outras notícias e patifarias da esquerda (facada, fake news, roubo de dados, hackers, etc), uma notícia me deu um “estalo”. A Folha de São Paulo gastou uma imensa matéria (veja aqui), tentando por todos os meios acusar o ministro do meio ambiente do “Crime” de ter postado um vídeo, EM SUA REDE SOCIAL, que citava a Chevrolet.

Segundo as virgens santas do referido jornal, o ministro foi antiético, afinal, “e as outras montadoras”? “Noooofaaaaaa….” “Ainnnnn… Que malvadão! Falou bem de uma montadora e não falou de todas as outras…”. 

E ai me recordei que, há pouco tempo atrás, no auge do “PEteh” do vagabundo do 9 dedos, aquele ladrão safado, a roubalheira comia solta no palácio. Os filhos do Lularápio enriqueciam, Eike Batista mamava nas gordas tetas do governo, e a MÍDIA PROSTITUÍDA nada ou muito pouco falava a respeito.

 

O julgamento – A força do destino é impossível de ser contraposta. A semeadura foi livre. Agora chegou a colheita final.

 

O atestado e a hora do julgamento

Ver a mídia petista chafurdando em fake news, revirando-se em “cruzadas moralistas da ética santificada” por coisas fúteis, é um atestado de honestidade do governo. Na ausência absoluta de qualquer acusação fundada, tudo o que se tem é o raso desespero acusatório dos fracassados. Apostaram a alma caro na hipótese da continuidade do “Roubocracia” e agora o diabo vem lhes cobrar a conta.

Como diria Glen, ERA “preciso ser rápido”. Mas não deu certo. O último tiro (Hacker) da metrolhadora giratória da máquina de difamar da esquerda e extrema mídia volta-se agora contra seus mentores. 

E o relógio corre mais rápido que as batidas cardíacas dos criminosos, aceleradas em cocaína e um cagaço que lhes sobe a espinha, enquanto a “hora do pagamento” se aproxima.

Tic… tac… tic…

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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